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por Fábio Jorge
Termina hoje, quinta-feira (03), em São Paulo/SP, o 56.º Congresso e Exposição Internacional de Celulose e Papel, tradicional encontro da cadeia produtiva da indústria de base florestal da América Latina. O evento começou dia 01 no Expo Transamérica, e o Sistema Fiems – Senai Unidade Três Lagoas dividiu o estande com o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul para apresentar aos visitantes do evento, as soluções educacionais e de inovação.
Um simulador de colheita florestal foi apresentado e utilizado no estande para que os visitantes e participantes do evento pudessem experimentar a sensação de trabalhar no setor e ver de perto uma das ferramentas utilizadas pela instituição na formação de mão de obra para trabalhadores da indústria de papel e celulose. Além disso, um totem apresentou projetos desenvolvidos pelo Instituto Senai de Inovação em Biomassa de Três Lagoas, em parceria com indústrias do setor.
O vice-presidente da Fiems, Crosara Júnior, destacou que Mato Grosso do Sul é o maior produtor de celulose do Brasil e segundo maior do mundo e é de extrema importância a presença da Federação das Indústrias para dar suporte a essa produção. “As empresas que já estão instaladas no Estado, bem como as que estão se instalando sabem que têm o apoio da Fiems, por meio de Sesi e Senai, tanto na qualificação de mão de obra como na oferta de soluções em tecnologia e inovação”, afirmou.
Destaque nacional
Mato Grosso do Sul se tornou destaque nacional na produção de celulose. O presidente da IBÁ (Indústria Brasileira de Árvores), Paulo Hartung, revelou que houve um crescimento de plantio (floresta) no Brasil em 2023 de 280 mil hectares, sendo destes 220 mil no território sul-mato-grossense.
“Além disto o número de investimento no setor nos próximos três anos será de R$ 105 bilhões no País, sendo mais de R$ 70 bilhões apenas no Mato Grosso do Sul”, afirmou Hartung.
Ele citou a nova fábrica de celulose da Suzano em Ribas do Rio Pardo e o investimento previsto em Inocência pela Arauco. “Esta expansão ocorre porque o setor abriu mercado mundo a fora, apostou na ciência aplicada e desenvolvimento tecnológico. Neste evento vamos discutir inúmeros desafios, entre eles manter e ampliar novos mercado”.
com informações Fiems /Senai MS