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A Organização Meteorológica Mundial (OMM), ligada à ONU, confirmou nesta quarta-feira (19) que 2024 foi o ano mais quente já registrado em 175 anos de monitoramento climático. Pela primeira vez, as temperaturas globais ultrapassaram 1,5 °C acima dos níveis pré-industriais, destacando a gravidade da crise climática.
O recorde é atribuído ao aumento contínuo das emissões de gases de efeito estufa e à alternância entre os fenômenos La Niña e El Niño. Outros indicadores climáticos também atingiram níveis alarmantes, como a concentração recorde de dióxido de carbono, metano e óxido nitroso na atmosfera, além do maior aquecimento dos oceanos em 65 anos e da rápida elevação do nível do mar.
O relatório enfatiza os impactos globais, como redução de gelo na Antártida e no Ártico, perda de massa glacial e agravamento de crises alimentares em vários países. António Guterres, secretário-geral da ONU, afirmou que ainda há tempo para limitar o aumento da temperatura global, apelando aos líderes para investirem em energias renováveis e adotarem novas medidas climáticas. Apesar dos desafios, o estudo reforça que é possível agir para proteger o futuro do planeta.